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A Humanidade e O Cavalo

Relação homem e cavalo

Para compreender a evolução do Homem e da Humanidade, é fundamental conhecer a relação e vínculo estabelecido entre o Homem e o Cavalo ao longo do processo evolutivo. As interações entre ambos marcaram a superação dos maiores desafios impostos pelo Homem em prol de sua sobrevivência e da Humanidade.

Após a natureza garantir a sobrevivência dos cavalos, a domesticação desses animais foi crucial para o desenvolvimento da Humanidade. A relação entre Homens e Cavalos vem sendo construída há milhares de anos e, atualmente, ambos estão juntos em diversas atividades, como agricultura, transporte, tratamentos de saúde e até mesmo esportes.


Guerreiro Mongol, primeiros povos nômades, que domesticaram cavalos e dominaram a arte da Equitação, ainda hoje, eles preservam essa tradição.

No período em que o Homem dependia da caça para sobreviver, o cavalo era apenas uma fonte de alimentação, assim como outros animais. Foi só mais tarde que o cavalo foi domesticado pelos Homens. Essa domesticação teve início com os nômades, na Península Ibérica e na Ásia Central. A Península Ibérica foi de extrema importância para a evolução desses animais, servindo como refúgio para os cavalos em um período em que a maior parte da Europa estava coberta por vegetação densa, enquanto a Península Ibérica e a Ásia Central tinham pouca vegetação.

Depois que os animais foram dominados, proporcionaram enormes vantagens em viagens de longa distância, na agricultura, nas guerras e no comércio. Até hoje, pesquisadores estudam como teria sido a forma exata de captura e domesticação dos animais que, até então, eram selvagens.

Portanto, a relação entre Homem e Cavalo é de grande importância histórica e cultural, representando uma parceria duradoura e que continua a ser aprimorada


A história da equitação Remonta a cerca de 55 milhões de anos, quando o cavalo Dawn, um dos antepassados mais antigos do cavalo moderno, vivia na América do Norte durante a época do Eoceno 1 (54 a 38 milhões de anos atrás). O Eohippus, como também é conhecido, era do tamanho de um cachorro e foi projetado para viver em florestas, movendo-se em solos macios. Eles tinham quatro dedos nas mãos e três nos pés.

Por volta de três milhões de anos, a espécie Equus já apresentava cascos e teve a capacidade de se espalhar por diferentes partes do mundo. O cavalo moderno é chamado de Equus, palavra de origem grega que significa veloz. Ao longo do tempo, o cavalo teve que se adaptar ao ambiente em que vivia, passando por muitas mudanças físicas.

Na Grécia Antiga, o mito do centauro, uma criatura meio homem e meio cavalo, simboliza a junção da inteligência que o homem possui com o vigor físico que os equinos dominam tão bem. Essa alegoria teria origem nas antigas tribos nômades da Ásia, que organizavam seus ataques com o uso desses animais.



Durante a Idade Média, os hunos eram uma poderosa comunidade nômade que passava boa parte do tempo montada no lombo do cavalo. Com o tempo, o animal também viria a integrar a rotina das comunidades sedentárias, principalmente na produção agrícola. Os europeus incorporaram o cavalo ao seu mundo e inventaram academias responsáveis pelo adestramento dos animais e o ensinamento da montaria. As calças, tão comuns no vestuário da moda contemporânea, foram inicialmente inventadas para dar mais conforto na hora da montaria.

Durante a Idade Moderna, durante o período da colonização, os cavalos aterrorizavam as populações nativas americanas. Observando a situação, os conquistadores espanhóis espalharam boatos dizendo que os cavalos eram bestas de origem demoníaca. A importância do cavalo na conquista do continente americano só perdia para a intervenção divina, segundo Hernán Cortés.

Durante a Revolução Industrial, o crescimento dos centros urbanos esteve seguido de um estrondoso número de cavalos empregados nas mais variadas funções. Durante a queda do Antigo Regime e em outras situações de guerra, as cavalarias eram insubstituíveis na organização das táticas de guerra.

















Apesar de restrito ao mundo rural e esportivo, os cavalos ainda mostram seu valor no mundo contemporâneo. Vários tratamentos terapêuticos recomendam a equitação como uma atividade que combina o esforço físico e os benefícios da socialização com o animal. Até no mundo corporativo, o polo é indicado como um esporte capaz de cultivar a liderança e a tomada de decisões rápidas. O cavalo ainda tem seu lugar no cotidiano do homem.



Fontes: https://www.hotmart.com/product/equoessencia-equitacao-avancada-aliada-ao-conhecimento-profundo-do-cavalo/H40635753V


http://swbrasil.org.br/artigos/beneficios-da-equoterapia/


https://equitacao-classica.blogspot.com/p/blog-page.html


https://centroequestreplenitude.com.br/


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